segunda-feira, 6 de abril de 2020

Sobre despoluir a vida

#jornalistanaquarentena

Início de texto, mas já são 21 dias de isolamento, tentando escrever, rabiscando, rasgando, duas saídas para ir ao supermercado neste período e nada mais. Limpo a casa, varro o pátio, recolho os cocôs das cinco cachorras e um cachorro diariamente, acompanho as atividades escolares on line da minha filha, leio, vejo séries e filmes, ando de um lado para o outro, rezo, vou para as redes sociais e peço para ficarem em casa, faço comida, sujo louça, lavo louça, mando mensagens para amigos e familiares, subo e desço escadas, costuro bonecas, imagino abraços, lavo a roupa, choro, rio compulsivamente, danço, caminho na esteira... crise de ansiedade que não estou controlando com chá de camomila, cidró, cidreira. Crise que está saindo pelos poros, porque já existe há tempos e agora sentiu que é momento de limpeza. Limpe-se mulher desta poluição sentimental e humana! Então, que venha a limpeza!

Boutique Viale e as glicínias floridas


São tempos de poluição de todo tipo. Na cabeça, no corpo, no coração. Poluição que afeta as palavras e nos faz vomitar besteiras, fake news e mágoas. Todo dia me prometo um texto, um novo sabor de pizza, um novo projeto, um novo recomeçar. Nunca alcanço o OK total na lista. Sempre falta alguma coisa. e nesta constatação, do final do dia, uma crise de falta de ar me invade. Somatização do fio de cabelo até a unha do pé. Doí tudo, caleja a alma. Como iremos passar por este período? O que sobrará de nós? O MELHOR!

Lago São Bernardo, São Francisco de Paula/RS

Despoluídos de tantas manias, obsessões, paranoias seremos seres humanos cheios de ar verdadeiro. Respiraremos melhor, conversaremos com mais harmonia, viveremos mais equilibrados. Eu acredito nisto. E torço para que o isolamento social, atualmente proposto no mundo todo, para controlar a disseminação do Covid-19, dê certo, seja sucesso. E nada mais. Não quero o mal de quem está saindo do isolamento. Não praguejo o presidente. Só desejo o melhor para todos. Pessoas com a consciência tranquila são pessoas reais. Eu acredito e acreditar é um bom caminho andado. Fim de texto.

Em tempo:

Dia 07 de abril é dia do jornalista, aquele ser que trabalha pela informação. Conhece? Prazer, faço parte da classe. Não trabalho em grandes veículos de comunicação, uso minhas próprias redes sociais e faço muitas parcerias com colegas da profissão. Parabéns jornalistas, grande guerreiros do dia a dia!!! E você sabe por que a data é comemorada no dia 07 de abril?

"Foi nessa data que o imperador Dom Pedro I abdicou do trono brasileiro, em 1831. Mas o que a renúncia de um líder de um país tem a ver com nossa profissão?

É porque 100 anos depois do primeiro imperador brasileiro deixar seu cargo, a Associação Brasileira de Imprensa (ABI) escolheu a data para prestar uma homenagem ao jornalista e médico Giovanni Battista Líbero Badaró, um dos principais oposicionistas de Dom Pedro.

Badaró foi morto a tiros por inimigos políticos no dia 22 de novembro de 1830. O crime ocorreu na rua de sua casa, a antiga Nova São Jose (foto abaixo), onde hoje fica a rua Líbero Badaró, na região central da cidade de São Paulo. O jornalista era proprietário do "Observador Constitucional", veículo que defendia ideias liberais e se opunha ao reinado de Pedro I. Instantes antes de sua morte, o jornalista disse: "morre um liberal, mas não morre a liberdade". (fonte: 
http://portalimprensa.com.br/)

Em mais tempo, sobre tempos e lugares poluídos pela raça humana que estão se refazendo:

"Cascata dos Narcisos: água transparente e sem cheiro
Fora do circuito das atrações turísticas de Gramado há pelo menos três décadas, por estar poluída, a Cascata dos Narcisos voltou a ficar com a água límpida e sem o odor que a caracterizava, mesmo com um volume de água bem menor em decorrência da seca. O fenômeno não ocorreu pela construção de alguma estação de tratamento, mas, sim, pela queda na atividade econômica de Gramado. Com hotéis e restaurantes fechados, sem turistas, o arroio Piratini passou a ficar mais limpo e sem cheiro, conforme comentou um morador do bairro Piratini, em entrevista ao Jornal de Gramado, sexta-feira (3).
"Em dezembro e janeiro, que também estava com o clima seco, a gente tinha que fechar a casa porque o cheiro era insuportável. Agora, nós continuamos com a seca e com pouco volume de água, mas não tem cheiro. É uma coisa que venho acompanhando há tempos. Fiquei tão feliz quando vi a água transparente", relatou Waldir Wille." (fonte: coluna Miron Neto - Gramado Passado a Limpo)

quinta-feira, 5 de março de 2020

Mais uma edição de Varal Solidário da Boutique

Varal Solidário é um evento solidário. Um brechó para vender roupas estilosas e reverter a renda para duas entidades: a Associação Chico Viale, que trabalha com doação de sangue, e a ONG Amigos de Rua, que ajuda animais abandonados.




O evento acontece regularmente na Boutique de Pizzas e Livros Viale, a casa colorida no lago São Bernardo, em São Francisco de Paula.

Esta é a Casa Colorida, a Boutique Viale, bem pertinho do Hotel Cavalinho Branco, no lago São Bernardo


A entrada é gratuita e as pessoas que fizerem compras irão participar do sorteio de uma sessão de shiatsu (uma técnica de massagem terapêutica que visa o equilíbrio entre corpo e mente, através da pressão dos dedos ou palmas das mãos realizada em determinadas áreas do corpo). No sábado, dia 07 de março, das 14h30min às 18h30min. Coloca na agenda e participe.

Também teremos a participação de artesãs de São Chico, Sandra Bocchese, Marli Pereira e Miri Rau, que estarão mostrando seus talentos nesta tarde de sábado.



Então já sabe: entrada gratuita, aceitamos cartões de crédito, vai ter bom papo, pizza e lindezas em forma de roupa e acessórios!!

Boutique de Pizzas e Livros Viale 
rua Alziro Torres Filho 1579 - lago São Bernardo ( a Casa Colorida, pertinho do Hotel Cavalinho Branco)
São Francisco de Paula/RS

maiores informações 54 999255761

segunda-feira, 2 de março de 2020

"Setenta" é para acordar a alma

Semana passada, no dia 27 de fevereiro, Henrique Schneider debateu seu livro "Setenta" com o Clube do Livro de Canela, na Fundação Cultural de Canela. Infelizmente, por motivos logísticos, não consegui me deslocar até Canela, mas acompanhei tudo via face e grupo do Clube do Livro, via Whatsapp.

Em seu nono ano de realização, o Clube do Livro escolheu o aclamado livro "Setenta", do hamburguense Henrique Schneider, para o debate de fevereiro. O livro, publicado pela Não Editora, possui 160 páginas de muita história bem contada. Henrique Schneider, que também é advogado, foi finalista dos prêmios Jabuti e Açorianos por outras obras. "Setenta" foi vencedor do Prêmio Paraná de Literatura em 2017 e aborda os anos de ditadura militar no Brasil.





Grupo do Clube do Livro de Canela com o autor Henrique Schneider
"Setenta" é um livro que não pode ser degustado, mas consumido em poucas bocadas. Por que? Porque o assunto é importante em dias de tamanha loucura. E quando estamos falando em loucura, nos referimos a capacidade, que algumas pessoas têm, em querer privar a vida do outro de alguma coisa. Quando não queremos reconhecer o outro com sua maneira de pensar, de sentir, de viver, estamos privando o outro de seu livre arbítrio. Querer que as pessoas sigam apenas um padrão de pensamento é violento.

Qualquer tipo de ditadura prega esta tática: padronizar para controlar. O livro do Schneider mostra o que acontece quando uma pessoa é confundida com outra pessoa, considerada subversiva por um grupo que está no poder. Aparentemente, confinar a pessoa, que representa a ideia contrária, parece ser um sucesso para controlar divergências.

Mais que um testemunho sobre o regime militar ocorrido no Brasil, durante a década de 70 e parte da década de 80, o livro de Henrique retrata a maturidade crescente de pessoas que são privadas de liberdade. Tirem a liberdade de alguém e criem pessoas mais fortes. Aparentemente frágeis, pessoas que foram presas, torturadas, caladas, se tornam almas superiores. E almas superiores se tornam testemunhas reais de fatos inadmissíveis. Assim se fazem vozes que realmente falam e fazem as coisas voltarem ao seu lugar.

"Setenta" mostra, sem barulho, o que aconteceu no passado, aqui no Brasil, e faz uma convocação para que estas vozes reais falem. Não precisa ser em forma de grito ou com panelas sendo batidas. Até porque barulho não realiza mudança. Barulho só quer botar medo. E medo nós não queremos. Nós queremos a vida de Raul (protagonista do livro), que é tão bem descrita na página 64: "(...) Esta a vida de Raul; pequena e sossegada, sem espaço às confusões, aos riscos. Não havia porque ter medo."

Gente real quer viver do tamanho que a vida é: acompanhando as sutilezas do dia a dia, acompanhando seus filhos e amigos na caminhada. Trabalhar honestamente no que acredita ser sua missão de vida. Vida se faz de crescimento. Não se faz de violência, ambição e massacre da ideia alheia. Raul não quer brigar. Raul quer viver a vida dele. E tomar conta da sua vida não deixa tempo para se meter na vida do outro.

O capítulo 13 é um soco na boca do estômago. Uma mãe ter que ir a uma delegacia comunicar o desaparecimento do filho e descrever o cotiano (quase monótono) daquele filho. Como pode alguém querer interferir na relação daquela mãe e daquele filho? Não vamos nem entrar no contexto de "pensar igual ou pensar diferente". Prefiro seguir na linha espiritual, no desrespeito ao livre arbítrio do outro, na lei da ação e da reação. Torturadores, ameaçadores se consideram imunes a isto? Não são. Ninguém é. E por mais que não seja possível entender o tempo espiritual, este existe e a reação vem. Acompanhe sem medo. A vida responde.

Henrique Schneider merece sua atenção e sua leitura. Não sei qual a sua posição ideológica perante a vida e aos outros. Mas aproveite a leitura de "Setenta" para pensar na ação e reação. Nos anos 70 muitos sofreram absurdos. Em 2020 estas pessoas se tornaram vozes reais e irão mostrar o que foi feito. A energia muda. Ação e reação. Este é o papel da literatura: despertar a humanidade que existe em cada um de nós. Obrigada Schneider.

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2020

O que é a Boutique Viale?




Durante a vida, Patrícia Viale foi colecionando experiências, umas boas, outras nem tanto. Não se desfez de nenhuma. Botou em prática o que é dito num pensamento popular: "junte as pedras que você encontra pela vida e com elas construa um castelo". Foi o que ela fez. Uma formação em jornalismo. Uma temporada na Suíça de língua alemã. Frequentadora de exposições de arte e idas às bibliotecas como hobby. Um pai que cozinhava muito bem. A perda do irmão em um acidente de carro e a necessidade de muitas bolsas de sangue para uma sobrevida. A paixão por pizzas e animais.





Tudo isto parece uma grande mistura sem sentido, mas o nome Patrícia Viale conseguiu agregar elementos tão diversos em atitude. De quarta à domingo, das 14h30min às 18h30min, abre a Boutique de Pizzas Viale, para venda de pizzas e pães congelados, além de brechó,  livros de autores contemporâneos e um sebo. O ambiente ainda conta com oficinas de artesanato, exposições de artistas regionais. “A pessoa não precisa somente de comida para o corpo. Também precisa alimentar a alma. A Boutique é como um mercadinho instigante de bairro. Você chega aqui para comprar algo para o lanche da noite e aproveita para ver as novidades literárias. Enquanto passa o cartão espia os quadros dos artistas visuais da região, expostos nos containers que sediam a Boutique”, conta Patrícia.



A Sala Amarela (que até 2019 era azul) é uma área social para cursos e eventos. É onde acontecem as aulas de teatro (com Lisiane Berti) inglês e alemão. Não está interessado em novos idiomas, mas gosta de aprender mais sobre arte e cultura? Então tem que se ligar no calendário da Pizza Literária, das oficinas de colagem e outras técnicas, além dos brechós.



Em abril haverá a retomada do Festival de Docices + Delícias e em setembro acontecerá a tradicional Pizza Literária, onde um escritor ou escritora convidado (a) virá contar histórias.





Além de todo este conteúdo, a Boutique conta com um intenso envolvimento social: trabalha conjuntamente com a Associação Chico Viale na organização de doações de sangue e capta doadores, via internet, para casos específicos. A Boutique também é ponto de coleta de rações para cachorros e gatos o ano todo. “Vivemos em uma sociedade que está se acostumando a fazer muitas coisas ao mesmo tempo. Por que não trazer este estilo de vida para um ambiente? E como sou feita de experiências, muito diversas, decidi reunir tudo isto e transformar num trabalho para toda a vida”, conclui Patrícia.






fotos de Rafael França

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020

Quando um trabalho começa sem querer

13 de fevereiro de 2007 - o carinha da foto, o Chico Viale, estava completando trinta dias em coma, pós um acidente de carro.



O início desta história se dá em 13 de janeiro de 2007, quando o Chico se acidentou. Na cirurgia de emergência, logo após o resgate, ele precisou de 40 bolsas de sangue. Ali começou a Associação Chico Viale, que somente busca doadores de sangue para que a vida continue. Muitos amigos, familiares, amigos de amigos, conhecidos, desconhecidos, na época, foram ao Hemocentro do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre, para fazer a sua doação. Em uma semana mais de 500 pessoas passaram pelo Hemorgs.



A vontade de ajudar foi tanta, que no dia 13 de fevereiro de 2007, aconteceu a primeira coleta externa do Hemorgs, em Gramado, para continuar ajudando a salvar o Chico. Acreditávamos que se conseguíssemos mais bolsas de sangue, um milagre aconteceria. Naquela época, em uma coleta de sangue poderíamos alcançar um número de 240, 250 bolsas de sangue. E conseguimos isto! Novamente amigos, familiares, conhecidos, amigos de amigos e desconhecidos se mobilizaram nas dependências do Hotel Wish Serrano, em Gramado, e ajudaram!



Enquanto as pessoas doavam sangue acompanhávamos pelo telefone as condições físicas do Chico (que estava internado em Caxias do Sul), sua vida por um fio e a emoção/sentimento tentando trazer ele de volta.
Ali aconteceu a primeira conversa com a assistente social do Hemorgs (na época), Marilu Peck: " - Patrícia, sei que a situação atual é de muita dor, mas pensa com carinho em continuar este trabalho".



E ali a sementinha da Associação Chico Viale foi plantada: doar sangue para salvar vidas, incentivar a doação de sangue para que vidas continuem. Ali a vida pediu para continuar. E Está dando certo! Obrigada doadores de sangue! Por mais 13 anos de trabalho pela vida!

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2020

Não, não é bem isso!

Gente, hoje o recadinho é do escritor Reginaldo Pujol Filho, sobre um workshop bem legal acontecendo em Caxias do Sul/RS!

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No dia 14/2, sexta-feira, a partir das 18h30, baterei um papo com o escritor Cristiano Baldi sobre meu livro mais recente, o Não, não é bem isso (se quiserem saber mais sobre o livro: http://www.naoeditora.com.br/catalogo/nao-nao-e-bem-isso/) e aproveitarei para lançá-lo em Caxias.
A função será na Livraria Do Arco da Velha.


E no sábado, lá estamos nós mais uma vez: novamente na Do Arco da Velha, coordeno o workshop de criação literária "A Livraria É o Texto".
Será um intensivão de desbloqueio e desautomatização da escrita, em dois momentos: das 10h às 12h30 e das 13h45 às 16h45.

O Worhshop A Livraria É O Texto se propõe a utilizar o espaço da livraria como motor para a escrita de narrativas de ficção. Com aula expositiva a partir de conceitos das artes e da literatura e uma inusitada prática de criação literária que usa o espaço da livraria como motor para a escrita, o objetivo desta dinâmica é que cada participante descubra novas possibilidades para escrever e produza um conto breve ao final dos encontros.

É voltado para todo mundo que gosta de escrever textos narrativos, que busca métodos de desbloqueio ou que simplesmente queira exercitar um pouco a prática da escrita e debater algumas ideias novas.

EM RESUMO:

Bate-papo de Reginaldo Pujol Filho e Cristiano Baldi + Lançamento de Não, não é bem isso
14/02, sexta, a partir das 18h30
Na livraria Do Arco da Velha

Workshop: A livraria é o texto, com Reginaldo Pujol Filho
15/2, sábado, das 10h às 12h30 e das 13h45 às 16h45
Aulas e inscrições na livraria Do Arco da Velha (Rua Dr. Montaury, 1570, telefone: (54) 3028-1744
Investimento: R$ 220,00 (à vista) ou R$ 240,00 (crédito, até 3x)

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2020

Comprar e ajudar é possível


Esta semana o blog vai falar sobre brechós, sebos, moda sustentável porque vamos retomar o Varal Solidário. Sim! Esta ideia de receber doações de roupas, livros e sapatos e revender para ajudar entidades é antiga, prática e solidária.


Entidades sociais se mantém no Brasil com muito esforço de voluntários e determinação nas causas escolhidas. Receber verba do governo, geralmente, é burocrático e o dinheiro nem sempre é liberado no tempo que as urgências do dia a dia necessitam.


No dia 08 de fevereiro (sábado), das 14h às 19h, a Boutique Viale, em São Francisco de Paula, vai abrir seu espaço para o Varal Solidário. As entidades auxiliadas serão Associação Chico Viale, Colégio Expressão e Ong Amigos de Rua.





A Associação Chico Viale trabalha, desde 2007, na divulgação da causa Doe Sangue, Doe Vida, captando doadores de sangue e estimulando esta ação.



O Colégio Expressão é uma cooperativa de profissionais de educação que oferecem uma educação diferenciada da educação infantil até o ensino médio , preocupada com a formação completa do estudante.


E a Ong Amigos de Rua cuida de animais abandonados em São Francisco de Paula.


Ou seja, comprar uma peça de roupa no próximo sábado, é garantia de ajuda a estas entidades. Isto torna o ato de consumir mais social.

O que: Varal Solidário da Boutique
Quando: 08 de fevereiro de 2020 - sábado
Horário: das 14h às 19h
Onde: Boutique de Pizzas e Livros Viale (rua Alziro Torres Filho 1579 - lago São Bernardo), São Francisco de Paula
Entrada gratuita

Por que me tornei uma colagista

Em 2001 fiz um auto exílio na Suíça, em função de um casamento. Jornalista no Brasil, lá me descobri uma analfabeta. Além de precisar apre...